Dividindo dramas climático-pessoais

Como a preocupação com a crise climática muda a sua vida pessoal?

Como interfere nos seus relacionamentos?

Como se manifesta no seu dia a dia e nos seus processos de decisão?

Antes de responder leia The Climate Crisis Is Worse Than You Can Imagine. Here’s What Happens If You Try. da Elizabeth Wail para ProPublica, ou o modesto resumo em português que fiz na newsletter Aperitivo Clímax.

Se quiser mais exemplos sugiro também Clímax #12, Clímax #6 e This Is How We Live Now. A year’s diary of reckoning with climate anxiety, conversation by conversation.

ATUALIZAÇÃO: Está rolando um certo backlash do texto da ProPublica na internet. As críticas reclamam do viés branco, da centralização na dor de uma família branca privilegiada ao invés de contar a história daqueles que mais são afetados pela crise climática. Há também quem fale na promoção do mito do salvador branco, de masculinidade tóxica, de generalização e por aí a fora. Eu, claramente, não vi problemas quando li, ou não haveria enviado para vocês. Não me parece haver a intenção de generalizar nada, e sim de mostrar justamente a história de uma família que representa um extremo das reações possíveis à situação. Eu gostaria de ver mais exemplos, e não menos. Por isso mesmo abri este espaço para conversarmos. Acho importantíssimo lermos histórias de quem está na linha de frente dos impactos climáticos, e dos povos e grupos que mais correm riscos, mas acho que as vezes também podemos ter histórias que mostram que há impacto por toda parte. Reconheço que essa é uma história de muitos privilégios, mas acho que o foco são as relações entre as pessoas e isso é algo que pode se traduzir em várias outras realidades.

Mas posso estar errada, e vou adorar saber a sua opinião.

Os comentários aqui estão abertos para que vocês opinem sobre isso também. Acharam a matéria problemática? Por que?